Novas placas do Mercosul: conheça os prazos e condições de adequação!

As novas placas do Mercosul já estão vigentes, e devem ser conhecidas por todos que operam em transportes: seja a gestão do RH de empresas que atuam nessa área, seja o profissional que trabalha dirigindo em prol das entregas.

Para que nenhum ponto passe em branco e, principalmente, não perca o prazo de adequação, trouxemos este artigo com as informações que você precisa saber sobre o assunto. Quer se inteirar? Venha conosco!

O que são as novas placas do Mercosul?

A adoção do padrão Mercosul foi uma decisão do Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Trata-se de uma resolução que determina com especificidade a aparência e dados de identificação de todas as placas de veículos.

Além dos carros novos, que já vêm ajustados às normas, sabe-se que a placa deve ser adequada em duas situações:

  • sempre que mudar a propriedade;
  • sempre que houver uma mudança de município por parte do proprietário.

Isso se dá graças ao brasão com a identificação da cidade de origem do veículo, elemento presente nas novas placas do Mercosul. A resolução é de dezembro de 2018, sendo que o prazo final para a adaptação foi estendido para dia 30 de junho de 2019.

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Onde e como as mudanças estão em vigor?

Desde o dia 11 de setembro de 2018, as novidades nas placas foram adotadas no Rio de Janeiro. Além das cores, a principal diferença nas placas é que o padrão LLL NNNN (L de letra, N de número) deixa de existir, dando lugar ao padrão LLL LNLL. As motocicletas, por sua vez, seguem a combinação LLL NN LN.

A novidade positiva é que, dependendo do Detran da região, o proprietário pode escolher a sequência de sua nova placa. A substituição do número segue a ordem de 0 a 9, sendo 0 igual a A, 1 igual a B e assim por diante, até a letra J. Se sua placa é, por exemplo, OVS 2020, a nova inscrição será OVS 2A20.

Países como a Argentina e o Uruguai já carregam a identificação da cidade de origem, bem como o símbolo do estado em questão. As novas placas do Mercosul, aqui no Brasil, devem conter:

  • emblema do Mercosul;
  • combinação alfanumérica;
  • nome do país;
  • marca d’água;
  • bandeira do país;
  • signo ou distintivo do país (BR, no caso do Brasil);
  • código bidimensional;
  • faixa holográfica;
  • ondas sinusoidais;
  • selo fiscal federal (chip).

Anunciada desde 2014, a obrigatoriedade era para janeiro de 2016. Ela foi adiada para 2017, mas só foi adotada a partir do final de 2018. Depois do Rio de Janeiro, podemos citar os seguintes estados: Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Paraná.

Quais são os pontos de atenção para motoristas e empresas?

O novo emplacamento não é obrigatório para quem já tem seu veículo rodando. Sendo assim, a empresa pode permitir a circulação da frota com as placas atuais, desde que nunca troque de cidade, nem transfira a titularidade dos veículos.

Dessa forma, as novas placas obedecerão ao ritmo do mercado, sem data limite para adequação de 100% da frota nacional.

Se a mudança de localidade for para um lugar no qual a nova regra ainda não é vigente, é preciso readequar para o formato antigo, emplacando com a versão cinza já conhecida por todos, além de substituir a sequência alfanumérica pelo padrão anterior AAA 1234.

Fique atento

Lembre-se: as novas placas do Mercosul devem ser implantadas até, no máximo, 30 de junho de 2019. Por isso, não perca tempo e busque informações com o Detran de seu estado, a fim de se inteirar sobre preços e outros dados pertinentes à adequação. Assim, você planeja sua frota e evita problemas, certo?

Falando em evitar problemas, os motoristas sempre devem dirigir com cuidado, mas conhecer as estradas ajuda e muito: consulte o raio-x das estradas brasileiras que preparamos para você!

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