A obrigatoriedade do Exame Toxicológico trouxe grandes mudanças para a rotina dos motoristas profissionais. Porém, apesar dos benefícios visíveis, muitos condutores ainda mantêm o hábito de consumir substâncias ilícitas e tentam recorrer à falsificação do Exame Toxicológico para não serem pegos.

Mas, afinal, é realmente possível burlar esse teste? Existe alguma consequência negativa para quem tenta recorrer a essa prática? Continue a leitura e descubra a resposta no post!

Qual é a importância do Exame Toxicológico?

É de conhecimento geral que a rotina dos motoristas profissionais é extremamente pesada e estressante. Muitas vezes, isso os leva a utilizar substâncias psicoativas durante a jornada de trabalho, a fim de aumentar a sua produtividade e inibir os sinais de sono. Esse comportamento se tornou tão comum que foi instituída a Lei 13.103, também chamada de Lei dos Caminhoneiros.

A principal novidade que ela trouxe foi a exigência do Exame Toxicológico no momento da admissão e demissão de motoristas, assim como para a emissão e renovação da Carteira Nacional de Habilitação nas categorias C, D ou E. Com a sua aplicação, é possível descobrir se o motorista utilizou alguma substância ilícita em um intervalo de 90 a 180 dias antes do teste.

Dessa forma, a fiscalização do consumo de drogas por motoristas se tornou mais rigorosa, o que impactou positivamente na segurança das vias e na saúde e bem-estar dos profissionais.

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É possível burlar o exame?

Quem vive diariamente no universo do transporte, seja de cargas ou de pessoas, provavelmente já ouviu falar que existem algumas técnicas para burlar o Exame Toxicológico. Devemos dizer que isso não passa de uma mentira.

Esse exame é realizado com amostras de queratina — geralmente, coleta-se uma pequena quantidade de cabelo com cerca de 4 cm de comprimento. Há quem diga que cortá-lo antes da realização do exame permitirá que o uso de drogas não seja detectado. No entanto, se a amostra de cabelo não for suficiente, o coletor vai utilizar outros pelos do corpo ou, até mesmo, raspas de unha.

Há ainda uma especulação de que lavar os cabelos com shampoos de limpeza profunda elimina os vestígios de qualquer tóxico presente nos fios. Novamente, isso não é verdade. O uso de cosméticos não interfere em nada no resultado da análise.

Quais são as consequências da falsificação do Exame Toxicológico?

Obviamente, o motorista profissional que tentar falsificar o Exame Toxicológico estará cometendo um crime. Sendo assim, as consequências são bastante severas. Caso a empresa em que o condutor trabalhe descubra a tentativa de adulteração, o profissional poderá ser demitido. Já perante a justiça, ele poderá ser multado e até mesmo preso.

Outra consequência negativa ocorre quando o motorista vai prestar um concurso público em que o exame é obrigatório e tem caráter eliminatório. Nesses casos, se ocorrer a falsificação do Exame Toxicológico, acarretará na eliminação do candidato.

Como vimos, a falsificação do Exame Toxicológico não traz benefício algum para o motorista — pelo contrário. Lembre-se de que o principal objetivo desse exame é garantir que o condutor esteja em boas condições para pegar a estrada, ou seja, com a saúde e o bem-estar psicológico em dia. Além disso, ele é extremamente importante para aumentar a segurança das vias, o que, certamente, reduz o estresse de quem trabalha diariamente nessa profissão.

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