Saiba como evitar problemas otimizando o controle sobre a jornada de trabalho dos motoristas!

Quem trabalha gerindo a jornada de trabalho de motoristas e caminhoneiros, sabe muito bem do que trataremos neste artigo: o perigo que o excesso simboliza.

Além de impactar a qualidade do trabalho, faz com que a saúde dos profissionais seja afetada. Isso significa um duplo problema para quem atua na gestão de pessoas da empresa.

Pensando em obedecer a lei vigente a respeito acerca do tempo e condições de trabalho dos motoristas, preparamos este breve artigo com 3 ações pontuais para manter tudo em ordem. Quer saber quais são elas? Descubra a seguir!

1. Faça rotas para planejar a jornada de trabalho

Vamos falar sobre roteirização. Otimizar esse processo é fundamental para planejar a jornada de trabalho dos motoristas. Ao esquematizar a demanda — tanto para o profissional, quanto para o carro em questão —, você tem em mãos o poder de organizar o andamento do transporte.

Assim, a equipe que cuida da organização pode traçar o caminho prevendo as devidas paradas e pontos de descanso, além das horas de abastecimento e possíveis cuidados em relação ao veículo. Com isso, o motorista está seguro, o negócio está a salvo de infrações e o cliente tem uma previsão certeira da entrega.

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2. Use um programa especializado

Você já faz roteirização, pois é um processo básico para quem opera com transporte de cargas em geral. Para tornar essas rotas mais eficientes, o ideal é utilizar um programa especializado, pois ele traz vantagem para gerir essas questões a partir de uma visão sistêmica.

Integração com o RH

O software que você utiliza tem integração com todo o RH? Para controlar a jornada de trabalho dos motoristas, o software que detém a roteirização precisa conter outras opções.

É necessário que todas essas configurações estejam centralizadas, pois quando todos os registros são feitos num lugar só, as informações são analisadas e linkadas estrategicamente.

3. Aplique o rastreamento veicular

Quando o software atende o critério de ser integrado às áreas interessadas, o rastreamento veicular ajuda a controlar o período de trabalho do motorista. Essa função acompanha os eventos previstos e sinaliza os não planejados (a central de monitoramento é alertada nesse caso).

Desvios de rota, paradas sem motivo aparente etc. podem ser conferidas, uma vez que a central verifica o que houve e contata o motorista. Da mesma forma, é possível reconhecer o trabalho de quem cumpre o planejamento, sabendo quando o caminhão está parado num momento previsto para repouso, por exemplo.

Repouso entre as jornadas

A tecnologia dá a condição de haver um registro, como uma espécie de diário de bordo eletrônico. O histórico do motorista fica armazenado. Há programas que informam as placas dos veículos dirigidos anteriormente pelo profissional.

Esses registros evidenciam caso o motorista infrinja a jornada de trabalho. A partir daí, é possível emitir relatórios — já que o software agrupa as informações — e analisar a quantidade de horas trabalhadas.

Alertas em caso de descumprimento

O RH não pode ser reativo no que diz respeito ao descumprimento do tempo de repouso, mesmo que as 11 horas (a cada 24) sejam fracionadas. Não dá para esperar um acidente, atraso ou problema de saúde do motorista aparecer para averiguar. Por isso, é necessário que alertas sejam ativados em tempo real.

O sistema deve oferecer configuração de recorrência e antecedência, a fim de notificar (nas cabines de descanso, repouso e refeição) se o tempo da jornada for excedido. Avisos visuais e sonoros devem ser disparados, até que o próprio motorista confirme a visualização. Confirmada, o registro é lançado em sistema automaticamente.

Prevenção de situações ainda piores

Nesses lances, fica mais simples perceber quando o profissional está querendo ir além de sua própria capacidade. Esse fato pode evidenciar problemas ainda maiores, como o uso de substâncias químicas.

Por isso, a jornada de trabalho precisa ser controlada de maneira estratégica: para evitar danos e prejuízos futuros, tanto para a empresa quanto para o colaborador.

Vale lembrar que identificar o uso de drogas é um desafio para quem faz a gestão dos motoristas e temáticas relacionadas. Que tal ficar por dentro dos indícios de uso de drogas por funcionários?

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